Pesquisa eleitoral: discutir ou interpretar

Divulgação / TRE-MS

Apesar da eleição presidencial ser em outubro de 2022, os cenários estão sendo testados há algum tempo e já podem ser interpretados.

A tendência é que nos próximos 18 meses, mais e mais pesquisas sejam encomendas para entender a imagem do político e seus adversários, o grau de satisfação do eleitor referente ao desempenho, a rejeição da classe, a credibilidade das instituições, a avaliação dos serviços prestados pelo governo federal, estadual ou municipal, o perfil do político ideal esperado pela população, o conhecimento do adversário, entre outras questões.
Nesta estratégia, enquadram-se as pesquisas qualitativas. Quanto antes forem utilizadas, melhor, pois elas promovem um atendimento diferenciado pois não retratam resultados numéricos, mas sim diferentes percepções que podem oferecer um insight para montar estratégias de campanha e imagem.
Para efeito de monitoramento, as quantitativas se tornam mais efetivas pois estão ligadas diretamente à opinião pública. Divulgada pela grande imprensa, este tipo de pesquisa impulsiona grandes desafios. Ao avaliar esse tipo de pesquisa, tem se uma foto do ambiente objeto do estudo no período em que ela foi realizada. Quando houver, em um outro período,  o resultado de uma segunda pesquisa, seguindo a mesma metodologia, pode-se fazer a leitura de uma sequência de resultados.  Já a partir da terceira pesquisa, é que se criam as condições de avaliar a tendência dos candidatos no cenário político eleitoral.