Segurança do Processo Eleitoral – Urnas eletrônicas

Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

A urna eletrônica foi usada pela primeira vez no Brasil nas eleições em 1996, após inauguração passou por inúmeras transformações tecnológicas, de modo a garantir aos brasileiros um processo de votação mais seguro e confiável. Considerada como um símbolo da democracia brasileira e o principal empreendimento do Tribunal Superior Eleitoral.

No entanto, apesar de tantos atributos, a cada ano eleitoral que se passa no Brasil é esperado o entusiasmado debate dos candidatos e suas propostas, e a constante pergunta que sempre brota na população como um todo: as urnas eletrônicas são de fato seguras?
A resposta vem do próprio TSE, afirmando que “o processo eletrônico de votação possui mecanismos imprescindíveis para certificar sua segurança: a assinatura digital e o resumo digital”. Acrescentando que, “a segurança do sistema eletrônico de votação (formato PDF) é executada em camadas. Através de dispositivo de segurança com finalidades diversas, em resumo, qualquer ataque ao sistema causa um efeito dominó e a urna eletrônica trava, não sendo possível gerar resultados validos”.
Sendo de grande notoriedade que a urna eletrônica brasileira se consolidou como um projeto maduro e confiável. Diante disso, nos últimos anos, os juízes eleitorais mostraram-se exemplos e inspiração para o mundo de como organizar eleições seguras, transparentes e rápidas.